Depois de um final de semana ensolarado, a massa de ar seco perde intensidade e a umidade aumenta neste início de semana. A segunda-feira (01) começa com sol e céu aberto em todo o Estado de São Paulo, além disso as temperaturas ficam elevadas o que pode aumentar as condições para pancadas de chuva de forma isolada e passageira no interior, faixa leste e Região Metropolitana. Os primeiros dias do mês de abril serão marcados por pouca chuva em São Paulo. Durante o resfriamento da madrugada e os ventos de fraca intensidade, a terça-feira (02), pode começar com nevoeiro, incluindo a região do aeroporto de Guarulhos. No decorrer do dia o sol aparece, predomina e a condição de chuva é menor ainda. A formação de nevoeiros nesta época do ano torna-se cada vez mais frequentes devido as madrugadas mais frias. Durante quarta-feira não há expectativa de grandes mudanças no tempo. Frente fria avança no fim da semana Apenas no fim da semana, a partir de sexta-feira (05) uma nova frente fria avança e trás o retorno da chuva com volumes mais expressivos. A previsão é de chuva especialmente na faixa lesta que abrange a capital paulista, Região Metropolitana de São Paulo, litoral e Vale do Ribeira.
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A semana começa quente e com o tempo firme em grande parte do Estado de São Paulo. Uma massa de ar seco ganha força e impede que as nuvens de chuva cresçam sobre áreas do interior paulista, além do Rio de Janeiro, sul de Minas Gerais e Espírito Santo. Na faixa leste que abrange a capital paulista, Região Metropolitana, litoral sul e norte e o Vale do Ribeira, há expectativa de pancadas de chuva no período da tarde. Uma frente fria de fraca intensidade avança pelo oceano favorecendo a formação de áreas de instabilidade. A capital de São Paulo tem uma segunda-feira (25) de muito sol, temperaturas elevadas e possibilidade de chuva isolada e passageira, mas que pode vir acompanhada de trovoadas e rajadas de vento entre a tarde e a noite. Nas horas mais quentes do dia a umidade relativa do ar pode ficar em torno de 60%, já no interior esse índice pode ser menor que 50%. Predomínio de sol e pouca chuva A previsão é de uma terça-feira (26) ainda de muito sol e calor no Estado de São Paulo, incluindo a Região Metropolitana. O sol predomina desde as primeiras horas do dia e as temperaturas aumentam rapidamente. Apenas a faixa litorânea é que pode registrar chuva e maior nebulosidade devido os ventos úmidos que sopram do mar. Em meados da semana o avanço de uma nova frente fria pode trazer o retorno da chuva, mas que não será expressiva. Porém, este sistema muda a direção dos ventos trazer ar mais frio e diminuindo as temperaturas na faixa central e leste de São Paulo. Previsão estendida A partir do dia 31 de março, a chegada de uma nova frente fria trará temporais, com raios, granizos e rajadas de vento de mais de 70 km/h entre os estados de São Paulo, Rio e Minas Gerais.
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Que o calor está acima do normal neste verão no Sudeste e faixa leste da Região Sul, não há dúvida. O desenvolvimento de um fenômeno El Niño no Oceano Pacífico nos últimos meses favoreceu manhãs e tardes mais quentes. Mas o calor, assim como o verão, está com os dias contados: a estação muda para o outono na próxima quarta-feira (20) às 18h58min (hora de Brasília. Fonte: IAG/USP) e uma massa de ar mais frio deve derrubar as temperaturas. Porém, esse fato tem mais a ver com coincidência do que com o término do verão. O horário da mudança da estação tem a ver com a astronomia. Nesta data, os dois hemisférios da Terra recebem a mesma quantidade de energia vinda do sol (momento chamado de equinócio). Além disso, em 20 de março, o dia e a noite têm 12 horas de duração em todos os pontos do globo. Curiosidade Os períodos próximos dos equinócios (outono e primavera) também registram as maiores marés do ano, pois além da atração gravitacional da Lua, ocorre a maior atração gravitacional por parte do Sol. Temperatura diminui a partir de quinta-feira Já a massa de ar mais frio começa a avançar a partir da quarta-feira pela Argentina e Uruguai. Neste dia já esfria bem na Campanha gaúcha, mas é na quinta-feira (21) que o frio aumenta. São esperadas temperaturas mínimas na faixa dos 9ºC a 12ºC no Rio Grande do Sul pela manhã, sendo que na fronteira com o Uruguai este valor é menor e o dia já será o mais frio do ano até o momento nesta área. Durante a tarde, a máxima mal passa dos 20ºC em grande parte da Região Sul, ainda com bastante umidade. Na sexta-feira (22), o frio da manhã se espalha mais pela Região Sul e são esperados valores na faixa dos 5ºC no alto da Serra Geral entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Durante a tarde, a temperatura despenca também no Sudeste e mal passa dos 22ºC no sul e leste de São Paulo e sul de Minas Gerais. Entre o planalto sul do Paraná e a Serra Catarinense a tarde também segue fria. Fim de semana No decorrer do fim de semana o frio da manhã diminui, mas a amplitude térmica aumenta no Sul e Sudeste: ou seja, as manhãs seguem com temperaturas amenas e a temperatura máxima sobe gradualmente durante as tardes.
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O verão 2019 termina com altos e baixos. Naturalmente, vem à mente a chuvarada que acontece desde fevereiro em boa parte do país, mas também precisamos lembrar da estiagem e do calor extremo registrado em janeiro. E na soma da chuva com o tempo seco, quem ganha é o tempo seco. Boa parte do Brasil termina o verão 2019 com chuva abaixo da média, área que engloba quase a totalidade das Regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte do país. Somente a Região Sul termina a estação com chuva acima da média. Começando pela Região Sul, chama-se a atenção acumulados acima dos 800 mm em Uruguaiana (RS), Bom Jardim da Serra (SC) e Itapoá (SC). A média histórica oscila em torno dos 300 mm na Região Sul no verão. No Sudeste, Peruíbe (SP) recebeu mais de 1000 mm entre janeiro e março (contra uma média de 400 mm). Mas o litoral de São Paulo foi exceção. Choveu menos que o normal na maior parte do Sudeste. E neste contexto, chamamos a atenção para chuva de pouco mais de 75 mm em Almenara (MG), sendo que deveria ter chovido mais de 300 mm. O Centro-Oeste também termina com chuva abaixo da média. Destacamos os baixos acumulados registrados em todo o Pantanal com valores abaixo dos 300 mm. Em Corumbá (MS), choveu menos de 200 mm, quando deveria ter acumulado mais de 400 mm. No Nordeste, o acumulado de chuva trimestral ficou abaixo dos 50 mm desde o sul da Bahia até áreas do sertão e agreste da Paraíba. Não é uma área que chove muito nesta época do ano, salienta-se. Em Jeremoabo (BA), por exemplo, o acumulado chegou aos 35 mm, quando o normal é 130 mm. Uma exceção foi a costa norte do Nordeste, onde a atuação da Zona de Convergência Intertropical e a borda do Vórtice Ciclônico do Nordeste gerou chuva frequente. Em Turiaçu (MA), choveu 1000 mm, ficando dentro da média. Por fim, no Norte, apesar da chuva abaixo da média, os acumulados foram elevados, como é normal da floresta amazônica. Em Belém, o acumulado chegou aos 1140 mm, mesmo assim ficando um pouco abaixo da média. O mesmo vale para Porto Velho, com acumulado de 835 mm, ficando 100 mm abaixo da média. Com relação à temperatura no Brasil, o verão termina com temperaturas bastante acima da média desde o norte do Paraná até o interior da Bahia, muito em função do calor excessivo do início da estação. E o outono? A nova estação começa no dia 20 de março, às 18h58, horário de Brasília. E será influenciada por águas mais quentes que o normal no Oceano Pacífico. Tudo bem que atualmente o Pacífico está em processo de resfriamento. Mas isto será pouco duradouro. Se olhar a temperatura do Pacífico em profundidade e as previsões, perceberemos que ao longo da nova estação, as águas superficiais esquentarão novamente. E isto implicará em chuva acima da média desde o Rio Grande do Sul até São Paulo e Mato Grosso do Sul. Trata-se de algo diferente do observado no outono de 2018, quando a estação foi influenciada pelo final de um La Niña e teve chuva inferior à média. Entre o Espírito Santo e leste do Nordeste (Pernambuco), a chuva continuará abaixo da média, enquanto que desde o Rio Grande do Norte até Acre, Rondônia e oeste e norte de Mato Grosso, há previsão de chuva acima da média. Neste caso, vale salientar que a chuva não acontecerá durante toda a estação. A precipitação deverá ser mais intensa no primeiro terço, metade da estação, e perder força posteriormente. Ainda no Norte, de acordo com a previsão trimestral do IRI (Universidade de Colúmbia), a chuva ficará abaixo da média no Amapá e dentro da média em Roraima. Temperaturas acima da média O Brasil também terá uma estação com calor acima da média. Nada mais natural sob influência do El Niño. Mas como o fenômeno é fraco, o Sul e partes do Sudeste e Centro-Oeste terão episódios espaçados, mas intensos de onda de frio, começando a partir de meados de maio.
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Se num verão normal a ocorrência de tempestades preocupa no Brasil, em anos de El Niño a atenção precisa ser redobrada, pois o número da formação de nuvens profundas aumenta nestes períodos. E por que isso acontece? O combustível para formação de uma grande nuvem de tempestade como a Cumulonimbus é a combinação do calor e da umidade. Em verões com El Niño (mesmo fraco, como o que estamos vivendo em 2019), toda a camada de ar da troposfera fica mais quente do que o normal. Logo, há condições propícias para formar mais nuvens profundas nestes períodos. Nestas nuvens se vêem ao mesmo tempo chuva forte, granizo, trovoadas e rajadas de vento. Raios no Brasil O Brasil é um País tropical e uma das principais características deste tipo de clima é a formação frequente de tempestades. Suas dimensões continentais fazem com que o Brasil seja um dos países de maior ocorrência de raios no mundo: estudos realizados pelo Grupo de Descargas Atmosféricas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (ELAT/INPE) indicam que cerca de 50 milhões de raios atinjam o solo brasileiro a cada ano. A ocorrência de raios tem aumentado significativamente sobre grandes áreas urbanas devido ao fenômeno conhecido como “ilha de calor” – aquecimento provocado pela urbanização. Segundo o ELAT/INPE, a incidência de descargas atmosféricas só tem aumentado nos últimos anos, e a tendência é de que ocorra um acréscimo ainda maior nas próximas décadas, face ao aquecimento do planeta. Como se formam os raios? A descarga atmosférica ou raio é um fenômeno natural que consiste numa corrente elétrica muito rápida e muito intensa, formada por causa do movimento das partículas geralmente numa nuvem profunda de tempestade. O rápido movimento de elétrons de um lugar para outro na nuvem faz com que se acumulem cargas elétricas de mesmo valor na nuvem, geralmente por causa dos violentos ventos ascendentes e descendentes dentro da nuvem. Quando a carga no solo, na atmosfera ou em outra nuvem é contrária, é formado um campo elétrico. Quando o campo elétrico é suficiente para ionizar os átomos do ar e acelerar os elétrons, nasce uma corrente elétrica que consegue vencer a resistência do ar ao seu redor, gerando energia em forma de calor, luz (relâmpago) e som (trovão). Os tipos de raios Existem basicamente dois tipos de raios: intranuvem e nuvem-solo. Raios intranuvem são normalmente visíveis apenas como um clarão no céu e correspondem a cerca de dois terços do total de descargas atmosféricas na nuvem. Já o nuvem-solo é o raio que chega efetivamente à superfície terrestre. De formas mais raras, existem raios solo-nuvem e nuvem-atmosfera. Cuidados - Não permaneça na rua ou em locais abertos durante tempestades, principalmente se estiver segurando objetos metálicos que atraem a descarga. Evite aproximação com linhas telefônicas, tomadas, janelas e estruturas metálicas. - Durante uma tempestade, não mexa no celular enquanto ele estiver carregando. Quando a rede elétrica é atingida por um raio, ela de propaga pela fiação, atingindo o que estiver no fim da tomada. O mesmo principio vale para o telefone com fio, chuveiro e torneira elétrica. - Evite campos abertos como áreas agrícolas, praias, estacionamentos e campos de futebol. Locais assim costumam ser alvos dos raios, por isso é importante sair imediatamente destes locais quando começar uma tempestade. A mesma regra vale para cordilheiras, topos de morros e prédios. - Desligue da tomada eletrodomésticos e eletroeletrônicos, evitando que eles queimem devido uma tensão na rede elétrica.
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A semana de carnaval começou quente e ensolarada no Sul do País, especialmente no Rio Grande do Sul, mas pode terminar com pancadas de chuva e diminuição gradual da temperatura. A terça-feira de carnaval foi marcada por fortes pancadas de chuva no estado gaúcho e os próximos dias ainda são de alerta. No decorrer da quarta-feira (06) o céu fica cheio de nebulosidade e a chuva pode vir acompanhada de rajadas de vento no oeste do estado e na capital Porto Alegre. Também podem ocorrer temporais no leste de Santa Catarina e Paraná. Mesmo com a chuva ganhando intensidade, as temperaturas seguem elevadas e a sensação de calor persiste durante a quarta-feira. Frente fria avança pela Região Sul A previsão é para uma quinta-feira (07) de tempo mais instável em quase toda a Região Sul, devido a influência dos ventos em altos níveis e por conta da aproximação de uma nova frente fria. Há risco de chuva forte no Rio Grande do Sul especialmente a partir da tarde. Entre o oeste e sul gaúcho, há risco para chuva a qualquer hora do dia e com acumulados expressivos. Há potencial para rajadas de vento de até 50km/h. A chuva ainda acontece principalmente entre a tarde e a noite, após um dia de calor e temperaturas elevadas. Durante a sexta-feira (08) o volume de água será mais elevado. Os ventos ganham força e podem alcançar velocidade de 70km/h. Temperatura diminui no fim da semana Conforme a frente fria avança a nebulosidade aumenta e os ventos mudam de direção. Com o aumento das nuvens as temperaturas diminuem em relação aos dias anteriores. No sábado e domingo o calor diminui de forma mais expressiva – quase 10 graus- especialmente no extremo sul gaúcho.
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Nos primeiros dois meses de 2019, Mato Grosso registrou mais de 6 mil focos de queimada, ficando em quarto lugar na comparação com os outros estados brasileiros. Roraima é o campeão de focos de incêndio (21.835 focos), seguido de Mato Grosso do Sul (12.247 registros) e Bahia (9.674 focos). Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Os municípios mato-grossenses com o maior número deste tipo de incidente foram Paranatinga, com 514 focos e Poconé com 346 registros. No total 133 municípios tiveram focos de queimada sendo que em 61% dos casos os incêndios aconteceram em territórios amazônicos. Dos 30 municípios com mais focos no país, 5 eram de Mato Grosso. As terras indígenas também foram afetadas pelos focos de queimada, sendo que as 20 com maior número de queimadas tiveram 112 registros nos dois primeiros meses de 2019. Tempo segue no padrão de verão Nos próximos dias além do sol e calor, há previsão de chuva em grande parte da Região Centro-Oeste. A chuva segue forte no norte do Mato Grosso, onde há condições para temporais e chuva a qualquer momento. A combinação de calor e umidade disponíveis na atmosfera mantém as condições para pancadas de chuva pelo menos até o fim da semana. Durante quinta-feira (07) há previsão de acumulados elevados em Goiás. A sexta-feira (08) começa com sol entre poucas nuvens em todo o Centro-Oeste. As temperaturas seguem em elevação e a sensação é de tempo abafado. Até o final do dia, as instabilidades tropicais aumentam o risco de chuva, com forte intensidade, acompanhada de trovoadas e rajadas de vento. Frente fria avança e influência Mato Grosso do Sul O avanço de uma frente fria pelo Sul do País provoca chuva intensa e com risco de temporais em Mato Grosso do Sul. Durante o fim de semana o volume de chuva pode ser alto. Nas demais áreas da Região o tempo segue quente, abafado e chuva mais isolada e passageira.
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A quarta-feira (06) de cinzas será marcada pelo padrão tropical de verão: sol, calor e pancadas de chuva. O dia começou ensolarado tanto no Estado de São Paulo, como no Rio de Janeiro e esta condição de tempo favorece a elevação de temperatura. À tarde, permanecem as condições para temporais, com pancadas de chuva passageiras, porém com forte intensidade e acompanhadas de raios e rajadas de vento. Não há expectativa de grandes mudanças no tempo para os próximos dias, o grande destaque é que o calor tende a aumentar até o fim de semana. Durante a quinta-feira (07) o sol predomina na primeira metade do dia garantindo mais um dia quente e abafado entre o estado paulista e fluminense. No entanto, até o final do dia a umidade presente na atmosfera aumenta por conta de ventos em altitude, e a combinação de calor e umidade, potencializam as pancadas de chuva entre a tarde e a noite. Há risco de temporais de curta duração, com trovoadas e rajadas de vento de até 50 km/h. Cara de verão em todo o Sudeste Sexta-feira (08) de padrão típico de verão em todo o Sudeste. O dia já começa com períodos de sol e poucas nuvens na região, porém as pancadas de chuva devem acontecer à partir da tarde. Não se descarta o risco para trovoadas, descargas elétricas e rajadas de vento de 70 km/h. Gradativamente a chuva perde força no Sudeste o padrão tropical prevalece, onde o sol aparece entre poucas nuvens pela manhã e com elevação das temperaturas e umidade disponível, as pancadas de chuva, típicas de verão, voltam a ocorrer. A chuva é mais expressiva entre São Paulo, metade sul de Minas Gerias e Rio de Janeiro. Entre o norte mineiro e o Espírito Santo, as pancadas são mal distribuídas, intercaladas com maior período de tempo seco.
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Alguns sistemas meteorológicos irão influenciar o tempo na Região Nordeste nos próximos dias de folia de carnaval. São eles: ZCIT (Zona de Convergência Intertropical) que deixa o tempo mais instável entre o norte do Maranhão, Piauí e Ceará e o VCAN (Vórtice Ciclônico de Altos Níveis) que provoca chuva no oeste da Bahia, interior do Maranhão e do Ceará. Na costa lesta nordestina onde está Salvador, Olinda e Recife, destinos muito procurados durante o carnaval, são os ventos úmidos que sopram do oceano que podem favorecer a formação de nuvens carregadas. Nestas áreas há expectativa de chuva durante os dias de festa, mas nada que estrague a diversão. Sábado (02) As temperaturas ficam elevadas entre o litoral da Bahia e o Rio Grande do Norte com máximas que passam de 30°C durante o período da tarde. Há expectativa de chuva muito isolada no leste nordestino. A instabilidade fica concentrada entre o Maranhão e Ceará, com chuva mais volumosa no interior do Maranhão e do Piauí. Domingo (03) No domingo (03), as pancadas de chuva acontecem a qualquer hora do dia no interior e no norte da Região Nordeste. Na faixa leste de Salvador à Recife ocorrem bons períodos de sol e chove à partir da tarde, com baixos volumes de no máximo 20 mm. Segunda-feira (04) O que muda na segunda-feira (04), é que a chuva promete ser mais volumosa logo durante as primeiras horas do dia em Salvador, podendo acumular mais de 20 mm. A instabilidade também aumenta no interior do Rio Grande do Norte. Terça-feira (05) Terça-feira (05) ainda com tempo muito abafado em toda a Região. Há possibilidade de chuva isolada entre o litoral da Bahia e de Pernambuco, sem grande intensidade. Inclusive há condições para a formação de nuvens de chuva em toda a Região. Previsão estendida Nos próximos dias, as temperaturas seguem elevadas e as pancadas de chuva podem acontecer em todos os Estados da Região. No entanto, a chuva que acontece será fraca e com baixo volume de água.
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